Archive | March 2014

A WEE BIOGRAPHY OF SHANE MacGOWAN!

30492 LONDON CELTIC PUNKS WEB-ZINE

By Beer Drinker

(Beer Drinker runs a fantastic blog of his own called ‘This Drinking Life’ don’t delay and click here to find out more)

With our St. Patrick’s Day hangover’s fast diminishing I thought I might as well write about one of Ireland’s most legendary boozers and hell raisers, the one and only Shane Patrick Lysaght MacGowan.

Shane MacGowan

Born into a strong Irish family in Kent, England, on Christmas Day in 1957. MacGowan’s early childhood, mostly spent in the family home in the country of Tipperary, with relatives, until he was six, was steeped in Irish music, republicanism, religion and Celtic folklore. Both sides of his family were very musical. He used to learn a song a day from his mother’s family, building up a huge repertoire of old Irish songs. One his earliest memory is of singing on a table for ‘more than 40 friends and relatives’. Public performances were a…

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POESIA AO AMANHECER – 405 – por Manuel Simões

A Viagem dos Argonautas

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RUI DUARTE RODRIGUES

                                                  ( 1951 )

 

            FAJÃ DO TEMPO

 

            Ilhas com suas chaminés fumegando

            vapores de angústia

 

            Escrevo-te ao entardecer

            à luz do petróleo de outros tempos.

            Mistura-se o cheiro da humidade da horta

            das faias da bosta

            e o de um guisado – favas novas

            com linguiça

 

            Tardes de queda amortecida

 

            Parece lento o queimar da torcida do tempo.

            Ponho de lado óculos, livro, cansaço.

            Deixo-me adormecer

            na cadeira de pau, junto ao fogo

            da cozinha

 

            O quintal não cai no abismo

            por um nada

 

            Carrega ainda a figueira tingida de poentes

            sobre um oceano de silêncios

 

            (da antologia “Nove Rumores do Mar”)

 

Poeta e activista cultural nos jornais, rádio e teatro. Obra poética: “Os meninos morrem dentro…

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NO MAN IS AN ISLAND, de JOHN DONNE – tradução de João Machado

A Viagem dos Argonautas

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Dedicado à Rachel Gutiérrez

NO MAN IS AN ISLAND, de JOHN DONNE

No man is an island,

Entire of itself.

Each is a piece of the continent,

A part of the main.

If a clod be washed away by the sea,

Europe is the less.

As well as if a promontory were.

As well as if a manor of thine own

Or of thine friend’s were.

Each man’s death diminishes me,

For I am involved in mankind.

Therefore, send not to know

For whom the bell tolls,

It tolls for thee.

NINGUÉM É UMA ILHA

Ninguém é uma ilha

Entregue a si só.

Todos são pedra do continente

Uma parte do todo.

Se uma terra a arrasta o mar

A Europa vai-se.

Como se fosse um promontório.

Como se fosse a tua própria casa

Ou a do teu amigo.

A morte de um homem priva-me

Pois pertenço à humanidade.

Por isso…

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Se busca personal para trabajar en la Campaña de la Cereza del Valle del Jerte

Empleo y Desarrollo Local

 

Campaña Cereza empleo12/03/2014

La Agrupación de Cooperativas del Valle del Jerte (Cáceres) selecciona personal para trabajar en la próxima Campaña de la Cereza.

Los puestos que se ofertan para esta temporada son: mozos de almacén, carretilleros, auxiliares administrativos, clasificadores, escandalleros y control de calidad.

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Boleskine Hause, Una Puerta al Infierno.

La Bitácora del Miedo. El Blog de Ana.

Un famoso ocultista de principios del siglo XX llamado Aleister Crowley, trataba de acondicionar su casa para sus rituales pero poco tardo en darse cuenta de que no era el lugar idóneo para tales prácticas. Nacido en el seno de una familia acomodada tuvo el tiempo y los recursos para dedicar sus actividades al esoterismo. Aleister Crowley era un joven interesado en la alquimia, quien comenzó una búsqueda por todo el país hasta que en 1899 descubrió una mansión perfecta para sus rituales, se trataba de la mansión maldita The Boleskine House.

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Boleskine House, o como se le denominó originalmente Boleskine Lodge fue construida como pabellón de caza en el siglo XVIII por el Honorable Archibald Fraser. La tierra fue originalmente propiedad de la iglesia, y la leyenda local dice que Boleskine fue construida sobre una antigua iglesia que fue destruida por el fuego, las llamas se propagaron con tanta rapidez durante…

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Entrevista en Público

gerardo tecé

El otro día los amigos de Público me hicieron una entrevista para hablar sobre actualidad, humor y cosas frikis de las redes sociales. Ha servido para que muchos familiares me pregunten “Niño, ¿tú qué te dedicas a poner tonterías en Internet?” y para que la gente que me leía en twitter dijera “¿Pero tú no eras calvo?” Así que nada, todo muy bien. La entrevista completa está aquí.

¡Muchas gracias, Yeray!

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ANDRÉ BRETON LIBERTÁRIO E AUTOMATISTA – 3 – por António Cândido Franco

A Viagem dos Argonautas

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(Continuação)

A colaboração de Breton e do seu grupo com o velho jornal de Sébastien Faure não começou com a “declaração prévia” de Outubro de 1951. Já antes disso o nome de Breton aparecera com alguma frequência nas páginas da publicação. Registemos alguns momentos. O primeiro, o discurso que fez num comício na sala “Mutualité” em 14 de Outubro de 1949 a favor da objecção de consciência ao serviço militar e que mereceu reprodução nas páginas do jornal (21-10-49). Assinale-se no discurso a alusão sempre exaltante à mobilização de 1913, dita do Pré-Saint-Gervais, contra o recrutamento e o serviço militar obrigatório, e que fora já objecto de exposição, mais vaga ou mais poética, na abertura inicial do livro de 1944, Arcano 17. Nesta nova alusão ao momento, Breton fala da manifestação como tendo sido o espectáculo que mais me marcou na minha juventude. Aqui se encontra no parecer…

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“Dentro dos meus olhos” – poema de Adão Cruz

A Viagem dos Argonautas

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Dentro dos meus olhos uma tela azul enorme grande como a luz dos teus olhos onde meti todo o céu que pude

Um mar imenso de mil cores mil jardins de flores à minha escolha ao critério dos meus dedos ao sabor dos meus segredos e dos medos de não ser capaz

Azul e mais azul de amarelo fustigado um rasgo genial de vermelho um reflexo de sol e de céu

Mas tu não gostas de poetas mortos nada te dizem as cores da minha mão se tento escrever-te numa tela ou pintar teu rosto na letra de um verso

Não gostas de poemas nem queres puxar os cordéis das minhas pernas em sentido de fuga

Não deixas abrir as janelas do vagaroso comboio carregando ruas estreitas e novas lojas de palavras velhas

Nas estreitas ruas das minhas mãos há longuíssimas raízes que te prendem a um labirinto de espelhos

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O TEATRÃO – 20º ANIVERSÁRIO – PROGRAMAÇÃO

A Viagem dos Argonautas

Acompanhe toda a programação d’ O Teatrão no nosso site e no facebook.

Vinte anos depois

O Teatrão
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